sexta-feira, 15 de janeiro de 2010

FORÇA PNC!!!


Em cinco dias mais de 10% (dez por cento) do PNC da a cara no Facebook, no avião, no Terminal, nas estadias junto aos colegas, mais uma vez estamos TODOS de parabéns! estamos vivos e activos. Bons voos

ACÇÃO NO FACEBOOK


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Tripulante.PNC@gmail.com

quarta-feira, 13 de janeiro de 2010

OBRIGADO!!

A QUEM VANDALIZOU OS NOSSOS CARTAZES, SINCERAMENTE, MUITO OBRIGADO.
ESTE MOVIMENTO ESTA CADA VEZ MAIOR, MAIS FORTE NÃO PARA DE CRESCER....


 

TAP AO RUBRO ..

RECOLHA DE ASSINATURAS


A todos os Tripulantes que se têm dirigido a nós, podem continuar a faze-lo através do e-mail TRIPULANTES.PNC@GMAIL.COM ; apesar do volume crescente vamos continuar a responder com a maior brevidade possível.



Aqueles que nos mandam e-mails e querem assinar a petição que decorre, para ser entregue à Direcção do Sindicato no sentido de reforçar a posição N/B, N/W está a decorrer e em fase final a recolha de assinaturas.



O conteudo integral do texto, será aqui publicado e também no TTA em suporte de papel, depois de entregue na secretaria do SNPVAC seria incorrecto publicar o conteudo do mesmo ou divulga-lo de forma mais ampla como podem comprender.



Obrigado pelo apoio, comprenção e solidariedade.



CONTA CONNOSCO!
CONTAMOS CONTIGO!

ASSEMBLEIA GERAL

TRIPULANTES.PNC@GMAIL.COM

http://tripulantespnc.blogspot.com/

ASSEMBLEIA GERAL



Muito poderia ser dito a propósito da próxima Assembleia Geral, como de resto a propósito de qualquer outra passada, presente ou futura; o que esta em discussão é apenas e tão somente os pontos que a ordem de trabalhos mencionar.



Não pode ser aceite pela Mesa da Assembleia, sobre qualquer pretexto, o aproveitamento fora da ordem de trabalhos, para a tentativa de diminuir ou fragilizar o trabalho feito pela Direcção e muito menos com “arruaças”, ou qualquer tipo de falta de respeito para com os órgãos que nos representam.



Estes foram eleitos em acto próprio, livre e democrático. Engane-se quem assumir que a nossa participação irá nesse sentido. A crítica e a diferença não justificam este tipo de comportamento, a credibilidade constrói-se e não podem os associados nesta altura, que não se afigura fácil para o Sindicalismo, deixar de apoiar a Direcção.



Unir é a chave do nosso sucesso como Classe; os "velhos do Restelo" que deixem os trabalhos decorrer com urbanidade e que participem sem fazer as "tristes figuras" que aos mais novos afasta e a todos os outros incomoda.



É preciso não esquecer que somos todos livres de criar alternativas, e destas serem sufragadas em eleições. Vamos fazer que a Assembleia decorra e que a Classe unida aprove os pontos em discussão.






CONTA CONNOSCO!
CONTAMOS CONTIGO!

O SONHO!

Há quem não compreenda esta paixão…



Passo a citar:


Encontro-me no aeroporto. Bebo um café mas sempre com os olhos fixos no corredor panorâmico com vista para a placa. Quando tal, faz-se à pista aquele monstro, vestido com as cores da bandeira portuguesa. Majestosamente toca, com delicadeza, o solo lusitano.


Passados alguns largos minutos, abrem-se as portas na Arrivals Zone. Enche-se aquele espaço de cor: o azul-marinho, o vermelho, o verde e o dourado.


A tripulação do voo da TAP Portugal mostra-se rasgando a multidão.


O tempo para. Os olhares das pessoas direccionam-se para o palco. Comandante e Co-piloto, os actores principais; Chefe de Cabine, Assistentes e Comissários de Bordo, os actores secundários (mas também principais). Tudo olha e tudo comenta.


As crianças sorriem dizendo aos pais: - Mãe, Pai, quando for grande quero ser como eles”


Eu, na plateia aplaudo silenciosamente o espectáculo. O meu peito enche-se de alegria e orgulho. Ao estranho digo – “ Um dia serei actor como eles!”.


Menciono a TAP porque é um sonho trabalhar nela. Mas não quer dizer que o vermelho da PGA ou o Azul e Laranja da Euro Atlantic não me fascinem. Bem pelo contrário!


Todos Vós me fascinais, tanto a SATA, a PGA, a White, a Luzair, a Hi Fly como a Euro Atlantic. Sois todos uma família. Só as cores vos distinguem mas todos Vós pintais a minha vida.


Obrigado por me fazerem sonhar!

PNC ONTEM E HOJE.....

Ser hospedeira já não é o que era. O adeus ao glamour e ao romance



Há 30 anos era uma profissão invejada. Hoje chegam a voar 50 horas por semana e mal têm tempo para recuperar do jet lag e conhecer os destinos onde aterram.


Amália Bastos, 65 anos, 37 a voar como assistente de bordo, ainda é do tempo em que não havia carrinhos de refeições a deslizar pela cabine e tinha de carregar 120 bandejas à mão, com pratos em pirex e outros utensílios em inox, para servir os passageiros. Se o transporte de comida era mais pesado, em compensação não sabia o que era o sistema "night stop". Voava-se menos horas, havia tempo para recuperar do jet lag e conhecer os destinos. "Hoje quase não se fica em Nova Iorque 24 horas. No meu tempo, tínhamos de ficar lá pelo menos duas noites, por uma questão de saúde e de segurança."


Apesar da perda de regalias e de reconhecer que, dificilmente, um tripulante de hoje "consegue voar durante 37 anos", Amália Bastos confessa com nostalgia que, não fosse o marido estar doente, "de certeza que ainda iria voar": "Ainda tenho bom aspecto e não me importava nada de estrear outra farda."


A ex-assistente de bordo já viajava pela TAP na altura em que crianças e adolescentes repetiam em coro: "quero ser hospedeira quando for grande." Ser assistente de bordo era, para o imaginário adolescente, sinónimo de beleza e de viagens pagas. Uma hospedeira de bordo era uma espécie de Barbie de trolley na mão, a sacudir-se em cima de saltos altos pelos aeroportos, cheia de graça, impecavelmente maquilhada e vistosa, cabelos longos apanhados em rabo de cavalo, mais viagens a destinos de sonho, com direito a estadia em hotéis de cinco estrelas. Os filmes - como o "007- Missão ultra-secreta", em que Roger Moore na pele de James Bond confessa que só se casaria se fosse com uma hospedeira- ajudavam a construir o romance. Agora, hospedeiras e ex-hospedeiras são as primeiras a assumir: a profissão perdeu o glamour.


A competição desenfreada entre companhias de aviação, o stresse de estar sempre em stand-by e poder ser chamado a qualquer hora para viajar, e o permanente jet-lag transformaram a profissão de sonho numa correria desgastante entre casa, hotéis e aeroportos. As novas regras de segurança pós-11 de Setembro atrasaram a entrada e saída dos aeroportos: assistentes e comissários são hoje tão inspeccionados como o comum dos passageiros. As promoções e as viagens a baixo preço das companhias low-cost e a possibilidade de pagar viagens a prestações disponibilizada pelas agências tornaram acessível o que antes era apenas um privilégio das hospedeiras ou dos mais ricos.


mito Maria Guerreiro tinha 23 anos e ainda se lembra de entrar numa sala e ser confrontada com nove pessoas a olhar para si e a avaliá-la. Entrar na profissão era mais difícil: "Abriam cursos para entrarem 20 pessoas, no ano passado entraram 500." O romance à volta da profissão era tal que todos acabavam por chamá-la sortuda quando descobriam que tinha deixado de ser professora primária para ser assistente de bordo. "Pensavam mesmo que a nossa profissão era passear." Em resposta, Maria Guerreiro, hoje chefe de cabine do médio curso, via-se obrigada a desmistificar. Ser tripulante da aviação civil não era um passaporte para viagens turísticas: muitas vezes nem saía dos aviões ou só tinha tempo para aterrar na cama de hotel e repetir as rotinas no aeroporto no dia seguinte.


Há 22 anos a acompanhar no terreno a evolução da profissão, Maria Guerreiro não duvida que "esta já não é aquela profissão de sonho que todas as raparigas desejavam ter". Até o aprumo mudou. "Agora trabalha-se tantas horas - numa semana chego a fazer 50 horas - que já nem nos conseguimos arranjar na perfeição." Entre risos abafados pelo telefone, confessa que não é fácil para quem foi treinada para ser a imagem da companhia no aeroporto, a bordo e nos hotéis: "Na última viagem parti uma unha e como não tinha tempo para a arranjar, tive de pôr um penso."


Profissão a quanto obrigas Nos anos 60, os concursos para assistente de bordo obrigavam a saber pormenores sobre a mecânica do avião, medicamentos e suas finalidades de cor e salteado e até as rotas. "Se errássemos, éramos tratadas como meninas de escola", recorda Amália Bastos. Na imagem, nada podia ser descurado. Tudo era avaliado na sala de briefing, onde era feita a apresentação antes do voo. Ter sempre um sorriso no rosto era importante, mas ser bonita e sensual dentro do uniforme não o era menos. Amália Bastos perdeu a conta a quantas vezes a mandaram saltar para cima da balança para ser pesada e nunca esquece o dia em que a mandaram para a casa-de-banho porque não tinha a maquilhagem adequada. As unhas tinham de estar sempre pintadas, o batôn tinha de se ver ao longe, a maquilhagem tinha de ter o tom e a dose certa, o cabelo não podia ultrapassar a linha do ombro.


Maria Guerreiro admite que vida de assistente de bordo nos anos 80 e hoje são incomparáveis. Mas há momentos que valem o esforço e pelos quais "já não seria capaz de viver de outra maneira". Um deles é o que a acorda todas as manhãs: o homem que viajava pela primeira vez de avião e, no final do voo, colocou-lhe 50 escudos às escondidas no bolso.

TAP DEIXA AUMENTOS EM ABERTO.....

"O ano de 2010 será um ano positivo para a TAP, pelo menos é assim que o seu presidente perspectiva. Mas, isso não é suficiente para inscrever no orçamento da companhia aumentos salariais. No entanto, o responsável deixa em aberto a possibilidade de poder aumentar os ordenados dos seus colaboradores.




"Nada está previsto, em termos de aumentos salariais, estamos em conversações com os sindicatos, está tudo em aberto", disse Fernando Pinto, falando em particular dos tripulantes . Quanto aos pilotos, Fernando Pinto disse não querer falar, justificando ser "situações diferentes"."



Ana Torres Pereira



atp@negocios.pt

TAP AO RUBRO!!!

quem somos?

Somos muitos como sabes.... colegas, amigos, companheiros, aqueles que conheces e dão a cara por ti, no avião, na estadia etc... CONTA CONNOSCO!
CONTAMOS CONTIGO!

Porque PNC EM ACÇÃO?

A Acção Humana
O pensamento crítico do nosso tempo já não concede crédito às ideias só por si;
exige-se a tradução em efeitos consistentes. A acção humana assume-se como um
tema filosófico da maior importância, uma vez que, depois de saber e conhecer, o
Homem tem obrigação de reverter o seu conhecimento num agir melhor, agir
bem, ou seja, ser inteligente também nas opções de vida que faz.
No fundo, a prática acaba por ser o critério último da teoria. O Homem faz-se a si
mesmo, por aquilo que lê e sabe, mas na medida em que isso o leva a agir
melhor.

GRIPE A a verdade.......